Uma vez eu disse que podia me ver como um personagem. Que podia ver a mim e a todas as outras pessoas como personagens, observando a mim e a todos de um plano diferente deste conhecido. E nesta mesma vez me aconselharam que praticasse isso. Então, aqui vai.
Ela ouviu em algum lugar - mesmo que tenha sido da voz da própria mente - que por algumas vezes a felicidade atinge proporções tamanhas que nem um sorriso seria necessário. Sorrisos poucas vezes lhe eram necessários, e, para ela, eles tampouco eram a expressão máxima da alegria.
Sua personalide apenas não era dotada de explicicidade e ela não tinha culpa por isso - nascera assim. Capas, ela as carregava bastante e, um bom observador notaria que os sorrisos eram normalmente presenteados a pessoas de quem ela esperava algo: Ela não era a melhor pessoa do mundo.
Tinha interesses, e muitos. Munia-se de uma diversidade grande de características, antes das atitudes. Mas sabia que os sorrisos certos, nas doses certas, eram-lhe grandes adicionais na conquista do que quer que fosse.
Logo, os sorrisos para ela tornavam-se quase sujos, quando sabia não serem sinceros. Alguns deles o eram, mas a expressão máxima de seus bons sentimentos, fossem eles quais fossem, não pediam sorriso nenhum. Eram dela por si só. Nada de conquistas. Ninguém poderia tirar-lhe, uma vez em suas mãos.
Sua felicidade era egoísta. Os gritos silenciosos, as parabenizações mentais, sentimentos tão fortes quanto selvagens, brutais. Avassaladores.
Mas vulnerabilidade não fazia parte de suas ambições. Logo, optava pela mesma doce expressão de sempre - e as vezes até esboçava alguns sorrisos para evitar decepção alheia. Não que ela se importasse. Mas pessoas decepcionadas lhe davam um certo trabalho.
"Você não está feliz?" Seus olhos se reviravam em tédio extremado, mas ninguém além dela - e de mim - era capaz de ver. Talvez apenas uma pessoa além de nós. Mas esta era tão cúmplice quanto nós duas.
As pessoas lhe provocavam tédio pelas asneiras jorradas boca afora. Sim, ela era arrogante. Mas simplesmente não podia conter-se. É ÓBVIO que ela estava feliz. Mas quantas vezes já sorrira por interesse? Quantas vezes já sorrira sem a mínima vontade de fazê-lo? Quantas vezes já sorrira no seu tão constante cinismo e ninguém foi capaz de notar - ou, se notaram, por que não revidar?
Apenas não sentia necessidade de sorrir. Aquela felicidade era anestesiante e, apenas nos momentos de extrema privacidade das águas deixava que tudo jorrasse. Sempre silenciosamente. Ningum poderia beber da sua felicidade, ninguem a encontraria e disfrutaria da mesma. Todo o resto pode cultivar seus próprios sentimentos, por que a necessidade de observar os dela?
Sim, ela era tola.
A pele uniforme e pálida era extremamente colorida quando eu a observava. Irradiava variadas cores, e elas mudavam a todo tempo. Assim como todas as outras pessoas. Mas as dela eram mais fortes. Porque estava feliz.
Ela ouviu em algum lugar - mesmo que tenha sido da voz da própria mente - que por algumas vezes a felicidade atinge proporções tamanhas que nem um sorriso seria necessário. Sorrisos poucas vezes lhe eram necessários, e, para ela, eles tampouco eram a expressão máxima da alegria.
Sua personalide apenas não era dotada de explicicidade e ela não tinha culpa por isso - nascera assim. Capas, ela as carregava bastante e, um bom observador notaria que os sorrisos eram normalmente presenteados a pessoas de quem ela esperava algo: Ela não era a melhor pessoa do mundo.
Tinha interesses, e muitos. Munia-se de uma diversidade grande de características, antes das atitudes. Mas sabia que os sorrisos certos, nas doses certas, eram-lhe grandes adicionais na conquista do que quer que fosse.
Logo, os sorrisos para ela tornavam-se quase sujos, quando sabia não serem sinceros. Alguns deles o eram, mas a expressão máxima de seus bons sentimentos, fossem eles quais fossem, não pediam sorriso nenhum. Eram dela por si só. Nada de conquistas. Ninguém poderia tirar-lhe, uma vez em suas mãos.
Sua felicidade era egoísta. Os gritos silenciosos, as parabenizações mentais, sentimentos tão fortes quanto selvagens, brutais. Avassaladores.
Mas vulnerabilidade não fazia parte de suas ambições. Logo, optava pela mesma doce expressão de sempre - e as vezes até esboçava alguns sorrisos para evitar decepção alheia. Não que ela se importasse. Mas pessoas decepcionadas lhe davam um certo trabalho.
"Você não está feliz?" Seus olhos se reviravam em tédio extremado, mas ninguém além dela - e de mim - era capaz de ver. Talvez apenas uma pessoa além de nós. Mas esta era tão cúmplice quanto nós duas.
As pessoas lhe provocavam tédio pelas asneiras jorradas boca afora. Sim, ela era arrogante. Mas simplesmente não podia conter-se. É ÓBVIO que ela estava feliz. Mas quantas vezes já sorrira por interesse? Quantas vezes já sorrira sem a mínima vontade de fazê-lo? Quantas vezes já sorrira no seu tão constante cinismo e ninguém foi capaz de notar - ou, se notaram, por que não revidar?
Apenas não sentia necessidade de sorrir. Aquela felicidade era anestesiante e, apenas nos momentos de extrema privacidade das águas deixava que tudo jorrasse. Sempre silenciosamente. Ningum poderia beber da sua felicidade, ninguem a encontraria e disfrutaria da mesma. Todo o resto pode cultivar seus próprios sentimentos, por que a necessidade de observar os dela?
Sim, ela era tola.
A pele uniforme e pálida era extremamente colorida quando eu a observava. Irradiava variadas cores, e elas mudavam a todo tempo. Assim como todas as outras pessoas. Mas as dela eram mais fortes. Porque estava feliz.

Oi, meu vi nesse texto, comofas.
ResponderExcluir"Os seus gritos podem ser silenciosos, mas o meus não são."
As pessoas lhe provocavam tédio pelas asneiras jorradas boca afora. [2] As pessoas cansam.